quinta-feira, junho 30, 2005

 

Podem Comentar os Posts

Viva a Liberdade de Expressão!
Abrimos este espaço para os Comentários dos Cibernautas que nos Visitam e para calar a boca ao pessoal do tomarapalavra.blogspot.com. Viva a Liberdade de Expressão. Viva a República. Viva Portugal. Viva. Viva. Viva.
Viva a ESTA. Viva o IPT. Viva o Ministro da Educação e da Ciência.

 

Queixam-se de quê?

Tomar a Palavra contra os usurpadores
Os nossos leitores mais atentos, já se aperceberam do acto (qualificável, porque de baixo nível) perpetrado e executado por alguém relacionado com a ESTA (Escola Superior de Tecnologia de Abrantes), no que respeita à apropriação ''selvagem'' do espaço de opinião e discussão que era www.coisasdaesta.blogspot.com . A liberdade de expressão e de opinião, consagradas na lei fundamental da nação foi usurpada, logo contraria os princípios do estado democrátic e pelos vistos vindo de alguém que deveria prezar a democracia, actuais e ou futuros profissionais da comunicação social. Talvez este conceito de democracia e de comunicação social, seja transmitido no curso por alguns professores do curso ... ora, desta vez uma pessoa devidamente identificada, enviou um mail para a caixa de correio tomarapalavra@sapo.pt que imagino também enviou para os ''artistas'' actuais detentores do espaço www.coisasdaesta.blogspot.com mas cujo conceito de liberdade utiliza uma coisa que em português escorreito se chama censura, portanto depois do crime de apropriação indevida, outro é cometido por novos defensores da verdade única.
Aqui vai o mail recebido, agradecendo a confiança depositada no espaço de liberdade que é Tomar A Palavra ''Sim identifico-me, pelo meu remetente facilmente sabem quem sou. É vergonhoso terem entrado num blog que não vos pertence só porque não concordam com os seus conteúdos. Parece que não aprendem aquilo que vos ensinam na escola. O mesmo que me ensinaram a mim e que consegui distinguir: que há muita coisa boa na ESTA e muita coisa má. Você são o exemplo do que há de negativo. Uma elite que quer chegar ao topo através da graxa e não do trabalho. Não se esqueçam que quem o faz, cai muito rapidamente. Também é vergonhoso não darem a oportunidade aos vossos leitores de comentarem os conteúdos. Temos de mandar um e-mail, que vocês seleccionam para publicar ou não. Ao menos aprenderam a teoria das do Gatekeeping, já não é mau para quem não tem mais nada que fazer se não travar a liberdade de expressão dos outros. Ao que isto chegou!''

 

Um projecto do IPT para Torres Novas

Centro de estudos de Torres Novas
é para abrir este ano!
O objectivo do IPT é especializar-se cada vez mais em determinadas áreas e expandir a sua área de intervenção. É neste âmbito que vai nascer o Centro de Estudos Superiores, em Torres Novas?
Pires da Silva:
O que se prevê para Torres Novas é exactamente a criação de um centro de estudos de pós-graduações e com os tais cursos de especialização tecnológica. Assim como outros cursos que possam vir a interessar às duas partes.
O que quer dizer que vão ter alunos já formados e alunos que sonham um dia com o canudo?
Pires da Silva:É um centro de estudos. Que só vai dar aquilo que pode. Neste momento não temos possibilidade de montar uma unidade orgânica em Torres Novas porque o ministério não autoriza. A nossa única possibilidade é a criação do tal centro de estudos.
Em que pé é que está o projecto?
Pires da Silva:Temos já uma comissão instaladora a trabalhar. O instituto, Câmara de Torres Novas e associações empresariais, particularmente a Nersant, estão representadas nessa comissão que está a estudar o que interessa mais à região, a Torres Novas e à comunidade. O objectivo é arrancar, pelo menos com dois ou três cursos, já em Outubro. Não garanto isso, mas estou convicto que iremos conseguir.
Nomeadamente a criação do tal ano zero...
Pires da Silva:Exactamente. Pensamos ter possibilidades para isso.
E há alunos?
Pires da Silva:
Tem de haver.
O IPT tem professores disponíveis para dar aulas em Torres Novas?
Pires da Silva:
O que está escrito no protocolo é que ficará à responsabilidade do IPT os docentes para os cursos que vierem a ser ministrados, mas não quer dizer que sejam os professores do IPT. Podem ser contratados expressamente para o centro de estudos.

Nota: Entrevista retirada do jornal "O Mirante" e da autoria da jornalista Margarida Cabeleira.

 

Quem é afinal o Dr. Pires da Silva?

Um alentejano à frente do Politécnico
António Pires da Silva nasceu no Alentejo, na freguesia de Figueira e Barro, concelho de Aviz, mas aos dez anos foi para Coimbra, onde passou toda a juventude. Há 37 anos que mora em Tomar, cidade que adoptou. É licenciado em Física e Química, tendo dado aulas no antigo colégio Nuno Álvares Pereira durante 18 anos. A partir de 1989 acumulou as aulas no secundário com as do ensino superior.
É casado, tem três filhos e cinco netos, estando neste momento à espera do sexto. Veio para Tomar em 1968, depois de ter cumprido o serviço militar em Angola, onde esteve na frente de combate. Não seguiu a tropa, ao contrário do filho do meio, que nasceu no ultramar, hoje oficial do exército. Na família ainda há outro militar, o seu genro.
Gosta de desporto e é adepto “do melhor clube que existe no país”, a Associação Académica de Coimbra. Foi atleta do clube em várias modalidades e até dirigente desportivo.
É um zero da cozinha, “não tenho grande jeito”, mas de vez em quando ainda consegue fritar um ovo. “Sou bom naquilo que sempre fiz, dar aulas”.
O tempo livre que tem é dedicado em exclusivo à família, particularmente aos netos. Com eles esquece o peso e a responsabilidade do cargo que ocupa. E, aos 63 anos, é simplesmente avô.

Nota: Informação retirada dojornal "O Mirante".

 

Entrevista com Dr. Pires da Silva

Dr. Pires da Silva foi Entrevistado pelo "O Mirante"

Novo presidente do Politécnico de Tomar diz que tem de haver maior envolvimento da sociedade civil no desenvolvimento regional. Em Entrevista à jornalista Maragarida Cabeleira de "O Mirante", Pires da Silva esclarece que é necessário "Apostar na especialização e na cultura".

Pires da Silva quer fazer do Instituto Politécnico de Tomar uma mola propulsora do desenvolvimento científico e cultura da região. Recentemente eleito presidente da instituição, rejeita preocupações quanto à possível quebra do número de alunos e é pouco entusiasta da ideia da Universidade do Ribatejo.
No seu programa falava da necessidade de uma maior aproximação do Instituto Politécnico de Tomar à sociedade civil e na criação de um centro de incubação de empresas. Quer especificar?
O centro de incubação de empresas está feito, no Tagus Valey de Abrantes, e o instituto tem participado. Uma colaboração que é para continuar e aumentar. Assim como a colaboração com as entidades civis da região.
De que modo?
Com a criação, por exemplo, de centros de investigação aqui em Tomar. Ainda não há nada feito e temos de criar mecanismos que possam ir buscar os dinheirinhos que andam pela União Europeia.
Com parceiros privados?
Obviamente. Com a câmara municipal essencialmente e com as associações empresariais e a sociedade em geral.
É a viragem do instituto para o exterior?
Não direi propriamente viragem para o exterior porque isso já existe, embora muitas vezes não seja conhecido do público, porque a nossa política não é fazer folclore em redor dos nosso projectos. O que me interessa é concretizar coisas concretas. Neste momento o instituto é a única coisa que Tomar tem.
Quer dizer que irão ter um papel cada vez mais relevante na cidade...
Mais interactivo com a própria sociedade, de modo a criar riqueza no concelho e na região.
Uma riqueza que falta no concelho...
Infelizmente. Mas temos de trabalhar para isso, como é evidente. É nesse sentido que nos batemos sempre pela criação do tal triângulo estratégico – Tomar, Torres Novas, Abrantes. Embora hoje já não faça sentido falar-se em triângulo porque temos uma comunidade urbana.
O IPT quer ser o propulsor do desenvolvimento da região?
O instituto não quer ser o pioneiro de nada. Quer é colaborar para o desenvolvimento desta região. Desde que foi cria-da a primeira escola do instituto, em 1982, que o professor Pacheco de Amorim sempre se bateu pela criação de um centro cultural, fundamentado no triângulo Tomar/Abrantes/Torres Novas. Temos de deixar para trás a ideia de que a cultura só existe em Lisboa, Porto ou Coimbra.
Mas para isso tem de haver interesses de outras entidades que não o IPT.
Como é evidente. O IPT sozinho não faz nada. E uma coisa é o IPT servir uma cidade de vinte mil habitantes, outra é estar inserido numa comunidade com 250 mil habitantes. Aí começamos a ter outras possibilidades de desenvolvimento.
Qual é o contributo que o instituto pode dar a esse nível?
Precisamente ao nível da investigação tecnológica. Com a criação de centros de ciência viva...
Mas já existe um dentro da comunidade urbana, em Constância...
Mas vamos ter mais, embora seja prematuro falar disso. Estas coisas não surgem de um dia para o outro. Nem o IPT se quer arvorar no Hércules deste processo. Mas é um parceiro absolutamente indispensável ao desenvolvimento de toda a região.
Pelas suas palavras depreende-se que acredita que o conceito de comunidade urbana é para vingar, apesar de este Governo não ser seu defensor...
Estou convencido que o processo é irreversível. Temos de nos deixar de uma vez por todas da teoria de que a nossa capelinha é melhor que a do vizinho. Temos de nos convencer que só somos melhores quando somos unidos. E temos de trabalhar para apresentarmos uma estratégia no âmbito do próximo Quadro Comunitário de Apoio.
Quebra de alunos
não é preocupante

Nos últimos anos temos assistido a uma diminuição de alunos no ensino superior. Como é que o IPT pensa combater essa situação?
Em relação ao IPT isso não é verdade. Os dados que temos indicam-nos uma quebra de cem alunos de 2004 para 2005, mas nos dois anos anteriores tivemos até alunos a mais, que não foram financiados. Porque a fórmula de cálculo é feita com base numa previsão do ano anterior e por isso em 2003 tivemos cerca de 120 alunos que não foram financiados e o ano passado cerca de 80.
Quantos alunos tem o Instituto?
Em 2004 tivemos 3500 alunos a estudar nas três escolas.
Mas as novas premissas de acesso, como a obrigatoriedade dos alunos terem de ter no mínimo 9,5 valores para entrar, não vos irá afectar?
É claro que isso irá afectar, mas não só o IPT. Vai afectar as universidades e todos os institutos que existem no país. A nossa estratégia vai no sentido de não deixar fugir esses alunos que não conseguem obter mais de 9,5 valores nas disciplinas de candidatura, as chamadas específicas. Porque o país não tem resposta para eles.
Como?
Temos previsto, ao nível do conselho coordenador dos institutos, uma coisa que já há anos nós fazemos, os chamados CET, cursos de especialização tecnológica. São cursos de nível quatro que preparam exactamente alunos para o mercado de trabalho e/ou para o acesso directo ao ensino superior. Já temos vários e este ano vamos lançar mais.
São, digamos, cursos intermédios?
São cursos de um ano com um único problema – a actual legislação prevê a obrigatoriedade de um estágio de 18 meses o que na prática quer dizer que um aluno que queira seguir o ensino superior só o pode fazer ao fim de dois anos. Por isso também apresentámos ao senhor ministro uma proposta para a criação do chamado ano zero.
Acha que essas medidas serão suficientes?
Não direi que vão resolver completamente a questão mas pelo menos são medidas boas para fazer com que a quebra não seja tão grande.
Além disso há também uma natural concorrência entre politécnicos. No distrito há dois e obviamente que cada um tenta captar o maior número de alunos numa área geográfica cada vez mais abrangente...
No nosso caso isso não acontece e penso que Santarém também tem a mesma noção, de que não há competição. Grosso modo, a única coisa que temos em comum são os cursos de gestão, de resto os nossos cursos complementam-se.
Universidade
não traz benefícios

Porque é que então não se avança com o conceito da Universidade do Ribatejo?
Pessoalmente não estou convencido de que a criação de uma universidade no Ribatejo traga benefício à região. Entendo ser preferível ter dois politécnicos devidamente estruturados e fortes, naquelas especificidades que cada um tem, que ter uma universidade que não se sabe bem o que seria.
Unidos, não seriam mais fortes?
Penso que nunca poderíamos competir em determinadas áreas com universidades como as de Lisboa ou Coimbra. Temos é que ter o tal ensino de qualidade que nos diferencia. É uma questão de qualidade e credibilidade. E isso nós temos. Posso dizer-lhe que ainda este ano, num programa de requalificação de ministérios e universidades que o ministério lançou, Tomar foi convidado a participar, sem nada ter feito para isso. Porque uma das nossas áreas é precisamente a da conservação e restauro, que tem uma excelente qualidade.
Voltando às eleições, gerou-se uma grande polémica em redor da sua candidatura, pelo facto de ser aposentado...
A minha candidatura está de acordo com os estatutos do IPT, está de acordo com a lei 54/90 e está de acordo com a constituição portuguesa. O resto é folclore.
Já escolheu a sua equipa?
Já, mas ainda não está concretizada, por isso não lhe posso adiantar mais nada.
O que pensa fazer com os cerca de cinco mil euros que vai ganhar mensalmente?
Está enganada, não vou ganhar cinco mil euros. É o próprio Governo que vai definir o que irei ganhar além da reforma. Neste momento, nem sequer sei quanto é me vai ser atribuído, mas não será esse valor. Nem estou minimamente preocupado com isso.

sábado, junho 18, 2005

 

Lições de Moral e de Ética não!

À nossa caixa de correio tomarapalavra@sapo.pt chegou um mail preocupado e que merece a nossa preocupação. Não há nada como lê-lo na íntegra porque de tão explícito qualquer coisa que digamos só complica. Ei-lo:
''Optei por ter uma intervenção neste blog porque é o que ligado às questões de Tomar e, logo do IPT e da sua escola em Abrantes, me dá garantia de assegurar a liberdade de expressão e de denúncia da seguinte situação:Constatei uma recente e radical mudança na direcção e conteúdos do blog www.coisasdaesta.blogspot.com .Ao que parece, um grupo de “inteligentes” da escola de Abrantes do IPT, resolveram dar uma de “hackers”, decifraram a password de acesso à edição daquele blog e apoderaram-se dele.E os “inteligentes” ainda se dão ao luxo de dizer que o fizeram e porque o fizeram, ou seja, para calar a voz aos que até então nele diziam o que pensavam.Aconselho, aliás, que entrem naquele blog para apreciar a natureza do discurso daqueles “inteligentes” e a filosofia do novo rumo que lhe deram.Estou certo, que os mais atentos chegarão à mesma conclusão que eu.MEUS AMIGOS ISTO É MUITO PREOCUPANTE !SERÁ QUE NA EDUCAÇÃO MORAL E CÍVICA QUE AQUELES “INTELIGENTES” TIVERAM NINGUÉM LHES ENSINOU (OS PAIZINHOS, OS PROFESSORES ….) QUE DESAPROPRIAR OUTRÉM DAQUILO QUE ELE CONSTRUIU E LHE PERTENCE, É MORALMENTE REPROVÁVEL E, NA MAIOR PARTE DAS SITUAÇÕES, É ATÉ CRIME;SE AQUELES “INTELIGENTES” TÊM UMA PERSPECTIVA DIFERENTE DO QUE DEVE SER UM BLOG ESTÃO NO SEU ABSOLUTO DIREITO. MAS CRIEM ENTÃO O SEU PRÓPRIO BLOG E DIRIJAM-NO COMO ENTENDEREM (PREFERENCIALMENTE COM RESPEITO PELA DEMOCRACIA E PELA LIBERDADE DE EXPRESSÃO), NÃO “ROUBEM” O BLOG DOS OUTROS.QUEM RAIO JULGAM AQUELES “INTELIGENTES” QUE SÃO, PARA SE ATREVEREM A JULGAR A FORMA COMO OS VERDADEIROS DONOS DO BLOG O DIRIGIAM E DETERMINAVAM O SEU CONTEÚDO E PARA, AINDA POR CIMA, EXECUTAREM A SUA PRÓPRIA SENTENÇA AO “APREENDEREM” COMO SE FOSSEM UMA AUTORIDADE POLICIAL, A POSSE DO BLOG ?(as letras maiúsculas são propositadas. Entendam-nas como ilustrativas de um grito de revolta, porque é disso mesmo que se trata.)Meus caros amigos, sou daqueles que ainda viveu e conheceu o tempo da ditadura do Salazar e do Marcelo Caetano e que na manhã do dia 25 de Abril de 1974 acordou com a alegria de perceber que coisas tão execráveis como a censura, a repressão da liberdade e o primado da verdade oficial dos “inteligentes” (os da altura claro) tinham os dias contados.Obviamente, estes “inteligentes” de agora, não conheceram esses tempos, senão não agiriam como agiram, como se tudo não passasse de uma simples brincadeira.Mas não é uma brincadeira. Estamos a falar de coisas muito sérias.É que o que aqueles “inteligentes” fizeram foi:Em primeiro lugar, apropriarem-se do que não lhes pertence, o que no vocabulário popular tem o nome de “ROUBO”;Em segundo lugar, fizeram-no para calar a voz de todos aqueles que se limitavam a dizer o que pensavam, o que no meu vocabulário tem o nome de “VIOLAÇÃO DA LIBERDADE DE EXPRESSÃO”;Em terceiro lugar só passaram a publicar no blog os textos que, de acordo com o seu julgamento subjectivo, lhes interessam e não permitem a edição de comentários ou posts directamente no blog (seja utilizadores anónimos seja de utilizadores registados) por forma a que só constem no blog os textos que gostem e lhes interessem, o que no meu vocabulário tem o nome de “CENSURA PRÉVIA”.E isto é ainda mais grave, porque ao que tudo indica, os “inteligentes” serão alunos do curso de Comunicação Social da Escola de Abrantes do IPT, certamente acolitados por responsáveis daquela escola (senão não teriam os meios que lhes permitiram fazer o que fizeram).O que suscita as tão pertinentes como incómodas perguntas:São jornalistas deste timbre, que a escola de Abrantes do IPT quer formar ?Querem ver que mais de 30 anos depois do 25 de Abril, serão os futuros titulares de uma das profissões mais atacadas pela ditadura através da CENSURA PRÉVIA – a dos Jornalistas –, quem irão dar novamente o uso daquela execrável arma anti-democrática e anti-liberdade de expressão ?Felizmente estes “inteligentes” devem pertencer a um grupo minoritário de estudantes da escola de Abrantes do IPT que se prestam a fazer favores (vulgos “lambe-botas”) às “inteligências” no poder, que os verdadeiros donos do blog tanto vinham incomodando com as suas críticas e opiniões.Saibam os senhores “inteligentes” que, num país como o nosso em que, infelizmente, ainda existem “inteligências no poder e com poder” que não perdem a oportunidade de “lixar” aqueles os critiquem e que não digam “Ámen” às suas opiniões e decisões, o anonimato é, como forma de evitar represálias, uma forma ABSOLUTAMENTE LEGÍTIMA de exercer o direito de liberdade de expressão e opinião.É muito fácil ser-se “corajoso” e dar a cara quando se está do lado das “inteligências no poder e com poder”.Por isso senhores “inteligentes”, deixem de se armar em bacocos defensores da mais que duvidosa moralidade do anti-anonimato e lembrem-se que um dia poderá acontecer que as “inteligências no poder e com poder” sejam outras que não aquelas de cujo lado agora estão.A propósito, não entendo como é que os “inteligentes” que cometeram a “bravata” de se apropriarem do blog e tão “corajosos” são e dizem ser, ainda não se identificaram.Já que dizem ser tão “corajosos”, ao menos demonstrem a vossa “coragem”.Finalmente é também bom que os “inteligentes” aprendam que uma crítica não é nem pode ser confirmável, como se de um facto sujeito a verificação se tratasse.É tão só e apenas um exercício intelectual de opinião sobre factos, comportamentos e situações que qualquer cidadão tem o direito de fazer e de manifestar (sejam as críticas boas ou más, destrutivas ou construtivas) e que todos têm o direito de aceitar, discordar, complementar ou contrariar.E num país que se quer livre, não é aceitável que uns quantos “inteligentes”, sob a capa de um, tão conveniente como falso, moralismo paternalista, façam pelos outros a triagem (a censura prévia) do que é bom e do que é mau.Essa foi a técnica utilizada nos tempos da ditadura pelo Salazar e pelo Marcelo Caetano, e que os portugueses nunca quiseram, porque sempre souberam pensar por si próprios e sempre souberam que valor dar ao que ou outros pensam.É o que se chama o exercício do direito de livre expressão e de opinião.E é o que os “inteligentes” a que me dirijo negaram e negam com a sua atitude deplorável.Como já atrás disse, MEUS AMIGOS ISTO É MUITO PREOCUPANTE !''.

NOTA: É a vida quando se quer tomarapalavra contra tudo e contra todos!

quarta-feira, junho 15, 2005

 

Pedimos calma aos colegas!

Temos recebido dezenas de E-Mails com Comentários que queremos banir de uma vez por todas deste Blog. Não adianta enviarem E-Mails com críticas a pessoas da ESTA se essa críticas estarem devidamente confirmadas. Mais, não publicaremos Mensagens e Comentários Anónimos.
Neste momento andamos super ocupados com as Frequências, mas não estamos distraídos.
Os E-Mails devidamente identificados e com substância vão ser publicados. haja calma!
Pedimos calma e serenidade aos colegas.

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